Têm sido umas semanas de loucos e não tenho tido tempo nem vontade para escrever. Contudo, o caso que vos apresento hoje é de extrema importância, numa perspectiva estritamente pessoal.
Acho que estou apaixonada.
Tenho plena consciência de que devem estar a pensar que isto não interessa nem ao menino Jesus, mas tenho de escrever ou falar disto nalgum sítio porque estou, além de confusa, muito irritada.
Senão vejam: sempre que alguém diz o nome dele, o meu estômago reage de forma estranha e começo imediatamente a corar. Tenho andado a tentar treinar a minha reacção porque não quero que o mundo inteiro saiba o quão patética me sinto.
Tenho a necessidade de o procurar quando vejo uma multidão e, se o encontro, preciso de estar perto dele e sinto uma necessidade constante de lhe tocar. Uma mão minha pousada suavemente no braço ou no ombro dele tem um verdadeiro efeito calmante.
Não gosto lá muito de me sentir assim. Parece que toda a minha vontade e o meu pensamento se redireccionou. Nem sequer consigo concentrar-me na leitura de um livro por mais de dois minutos!
Para além disso, acho todo este sistema por demais complexo. Como raio é que duas pessoas se entendem e começam a sair? Como é que sabem se a outra pessoa gosta de nós da mesma forma?
Se alguém pudesse aliviar-me do fardo de algumas destas dúvidas, seria fantástico. Se ninguém estiver para aí virado, foi igualmente bom escrever sobre isto.
sábado, 3 de outubro de 2009
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